terça-feira, 20 de março de 2012

[resenha] Virtude Indecente- Nora Roberts



Sinopse: Grace McCabe é uma escritora policial de sucesso que viaja à casa da irmã, Kathleen, em Washington, a fim de descansar após longa turnê de lançamento de seu último livro. Ela só não imaginava passar na vida real o que seus personagens vivem na ficção.
Ao chegar a Washington, Grace fica chocada com o trabalho da irmã: operadora de telessexo, sob o pseudônimo Desiree. Kathleen alega que o emprego é estranho, mas, como a empresa garante o anonimato das funcionárias, realizar os sonhos de homens carentes torna-se bastante interessante. Até o dia em que ela aparece morta em casa, estrangulada com o fio do telefone.
Mesmo desafiando o vizinho de sua irmã e detetive responsável pelo caso, Ed Jackson, Grace monta uma armadilha perigosa para tentar pegar o assassino. Seu plano é extremamente audacioso, o que deixa Ed totalmente contrariado. Porém, ele começa a funcionar e é tarde para deixá-lo de lado.
“Virtude Indecente” traz uma corrida desesperada contra a morte, em que qualquer um pode ser o assassino que Grace procura. Conseguirá Ed resolver o caso e proteger, ao mesmo tempo, a atraente escritora?


Segundo livro escolhido para o Desafio Literario 2012, Virtude Indecente tem tudo que um bom triller precisa para prender o leitor do inicio ao fim: tensão, suspense, sensualidade, uma mocinha, um heroi e um bandido.
Nem preciso dizer que algumas cenas entre a mocinha e o heroi são hot hot hot!
Como sempre, a Nora tem a capacidade de criar homens que fazem agente ficar babando e suspirando a cada pagina. Ed, é o nome da vez. Ele é machista, autoritario, superprotetor... tudo isso deveria contar como defeito se ele não fosse tão cativante e não tivesse aquela pegada.

O livro, em geral, não é a obra mais inspirada da Nora, mas é um bom livro, a historia tem momentos preguiçosos mas salva-se com os contra-pontos brilhantes...
Um assassino que mata atendentes de tele-sexo? É uma ideia original! Ainda mais se pensarmos que essas atendentes não são prostitutas, mas mães de familia, com empregos respeitaveis e uma certa posição na sociedade.

No geral, deixo Virtude Indecente na média, já que só o Ed vale alguns pontos importantes!

2 comentários:

Vivi disse...

Só lendo para ver se perco minha antipatia à menção das palavras "machista" e "autoritário". ;)

Marcyda disse...

Ah! Vivi, o livro vale a pena pelo ED, aposto que, apesar dos defeitos dele (que algumas horas fazem vc ficar roxa de raiva), vc tbm vai terminar o livro apaixonada por ele.